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segunda-feira, 18 de junho de 2018

Você mistura dinheiro da sua empresa com dinheiro pessoal? cuidado!

 

Sempre que se procura analisar o índice de mortalidade das micro e pequenas empresas, várias são as causas citadas: falta de aptidão para ser empreendedor, desconhecimento do mercado, falta de orientação profissional, alto endividamento, crises econômicas, descontrole financeiro etc.

Apesar das dificuldades, um determinado aspecto deve ser destacado para a maioria dos micros e pequenos empreendedores. Geralmente, é um comportamento considerado natural, corriqueiro do negócio, passando despercebido por todos, mas que acaba sendo de uma relevância enorme na administração da empresa. É justamente o descontrole financeiro por parte dos administradores.

No primeiro instante, pode-se imaginar que esse item trata da administração financeira da empresa. Saber comprar, negociar da melhor forma possível junto aos fornecedores, marcar o preço correto, elaborar fluxos de caixa, rotinas administrativas, aplicar da maneira mais rentável as sobras de caixa, tudo que diga respeito a uma boa administração. Tais medidas, sem dúvida, devem ser implantadas na condução da empresa. Mas o que deve ser observado vai muito além. Diz respeito à administração das contas pessoais do empreendedor.

A mistura entre as contas da empresa e as contas do proprietário compromete a saúde financeira do negócio. É fundamental saber separar as contas. Determinar o que são recursos da empresa e o que são recursos próprios para gastos pessoais. Quantas vezes, ao observar as vendas da empresa, o saldo em conta corrente, os valores a receber, o proprietário é tentado a usufruir dos recursos em benefício próprio? Esquece-se, conscientemente ou não, que os valores não pertencem a ele e sim a empresa. Que o negócio possui também seus compromisso financeiros de curto e médio prazo, do mesmo modo que o seu proprietário.

O indivíduo acredita que, por ser o proprietário da empresa, pode fazer o que bem entender em relação aos recursos, sem dar satisfações a outras pessoas. É justamente neste momento que a pessoa física empreendedora se mistura com a pessoa jurídica e, é nessa tomada de decisão que pode surgir uma grande cilada.
O cuidado está em simplesmente ter a consciência dos papéis, um como proprietário da empresa, outro como uma pessoa simples, que trabalha e recebe uma remuneração. Ambos têm um objetivo em comum: um melhor padrão de vida. A empresa procurará se desenvolver e crescer. Já o seu funcionário irá “a reboque” da sua atuação. Um papel complementa o outro.

A solução para esse equívoco é mais uma boa dose de bom senso do que qualquer outra coisa. O empresário deve se policiar quando ao seu papel em relação à empresa, não ficar tentado, acreditando que tudo pode em relação aos recursos financeiros, pois no final da história, pode comprometer além da empresa, todo um projeto de vida pessoal.
Eduardo Amat Silva - Unidade de Atendimento Individual ao Empreendedor
Sebrae-MG
Informações: www.sebraemg.com.br

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